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O Criador que cura

Há alguns anos, sofri um sério acidente de esqui e tive um severo estiramento muscular em uma das pernas. Na verdade, meu médico me disse que o estiramento causou sangramento excessivo. O processo de cura foi lento, mas durante aquele tempo de espera me senti maravilhado com o nosso grande Criador (Colossenses 1:16).

Por que causar dor?

Os pastores são alvos fáceis de críticas. Todas as semanas estão expostos, explicando com cuidado a Palavra de Deus, nos desafiando a viver segundo os padrões de Cristo. Mas algumas vezes procuramos encontrar algo para criticar. É fácil negligenciar todas as coisas boas que um pastor faz e nos concentrarmos apenas em nossas opiniões pessoais.

Sobre ouvir

“Deus deu a você dois ouvidos e uma boca por uma razão”, diz o ditado. A habilidade de ouvir é essencial para a vida. Os conselheiros nos dizem para ouvirmos uns aos outros. Os líderes espirituais nos dizem para ouvirmos a Deus. Mas dificilmente alguém nos dirá: “Ouça a você mesmo.” Não estou sugerindo que temos uma voz interior que sempre sabe a coisa certa a dizer. Nem estou dizendo que deveríamos ouvir a nós mesmos em vez de ouvir a Deus e aos outros. Estou sugerindo que precisamos ouvir a nós mesmos para descobrirmos como os outros estão recebendo as nossas palavras.

Precisa-se de ajudantes

Para algumas pessoas, o termo ajudante carrega uma conotação pejorativa. Os monitores auxiliam os professores com suas aulas. Os auxiliares ajudam os eletricistas, encanadores e advogados em seus trabalhos. Por não serem tão habilidosos na profissão, podem ser vistos como pessoas de menor valor. Mas todos são necessários para que a tarefa seja cumprida.

A décima primeira hora

A Primeira Guerra Mundial foi classificada por muitos como um dos conflitos mais mortais na história humana. Milhões de pessoas perderam suas vidas na Primeira Guerra Mundial moderna. No dia 11 de novembro de 1918, foi observado um cessar-fogo na décima primeira hora do décimo primeiro dia do mês. Durante aquele momento histórico, milhões ao redor do mundo observaram momentos de silêncio enquanto refletiam sobre o terrível custo da guerra — a perda de vidas e o sofrimento. Esperava-se que a “Grande Guerra”, como era chamada, seria verdadeiramente “a guerra que acabaria com todas as guerras.”

Cobrindo dolinas

No final de maio de 2010, a tempestade tropical Agatha atingiu a América Central, produzindo chuvas torrenciais e deslizamentos de terra. Quando seu movimento cessou, uma dolina, ou seja, uma depressão circular em forma de funil com 60 metros abriu-se no centro da Cidade da Guatemala. Essa dolina fez o chão ruir repentinamente, sugando o terreno, postes de luz e um prédio de três andares para as profundezas da terra.

Falai pelas montanhas

Fiquei surpreso ao ver o artigo de um jornal distribuído nacionalmente elogiando um grupo de adolescentes praticantes de snowboard que lideram cultos semanais na rampa de esqui do Colorado, EUA. No jornal, a história de Kimberly Nicolleti conquistou uma grande plateia com seu relato sobre adolescentes que amam praticar snowboard e contar sobre como Jesus mudou suas vidas. Uma organização da juventude cristã apoia esses adolescentes e os prepara para demonstrar o amor de Deus.

Bolt fala sobre Blake

Usain Bolt e Yohan Blake, da Jamaica, fizeram história ao terminarem em primeiro e em segundo lugar, respectivamente, nas corridas de 100 e de 200 metros nas Olímpiadas de 2012, em Londres. Apesar da rivalidade na pista, Bolt homenageou Blake como parceiro de treinamento: “Ao longo dos anos, Yohan fez de mim um atleta melhor. Ele realmente me estimulou, forçando-me a continuar dando tudo o que tinha.” Fica claro que ambos impeliam um ao outro à grandiosidade na pista.

Amor ilimitado

Recentemente, um amigo me enviou a história de um hino que eu frequentemente ouvia na igreja quando era menino:

Estratégia da fortaleza

No romance histórico chinês chamado Romance dos três reinos, o autor Luo Guanzhong descreve a “Estratégia da fortaleza vazia”, utilizando um argumento contrário ou psicologia reversa para enganar o inimigo. Quando 150 mil tropas do reino Wei alcançaram Xicheng, que tinha menos de 2.500 soldados, eles encontraram os portões da cidade abertos e o famoso estrategista militar Zhuge Liang tocando calmamente uma cítara com duas crianças ao seu lado. O general Wei, perplexo com a situação e crendo ser uma emboscada, ordenou retirada completa.